CRIMES NO MUSEU E AS MÍDIAS

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Sempre confesso que minha maior dificuldade é manter a coerência entre o que sou, penso e faço. No dizer do escritor Clóvis Domingues, “PIT”, palavra, imagem e testemunho não podem ser conflitantes. Nesta semana, a par das maracutaias políticas e empresariais contra o Brasil e os brasileiros, haja maracutaia!!!, tivemos uma movimentação diferente, em torno de uma suposta arte que pode tudo, inclusive praticar crimes, ofender as pessoas e os símbolos das religiões. Estamos falando do caso da exposição “cultural”, denominada “Queermuseum”, acontecida no Santander Cultural, em Porto Alegre, segundo a imprensa, com financiamento da Lei Rouanet, aquela patrocinadora de negócios duvidosos. O povo, principalmente o cristão, estava sendo ofendido e financiando as ofensas contra si com seu próprio dinheiro, 850 mil, dos impostos pagos ao governo. A “exposição cultural” mostrava uma série de perversões sexuais – zoofilia, pedofilia, homofobia -, atacava as famílias e tentava induzir as crianças com atos obscenos a aceitar situações sexuais não normais. Também atacava a fé de todos os cristãos brasileiros, com um desenho de Jesus Cristo cheio de braços e pernas, com vários significados ofensivos. Os cristãos católicos ganharam a ofensa máxi-ma, aliás crime, através de palavras referentes e simbolizadoras de órgãos sexuais, escritas nas hóstias sagradas. A “exposição cultural” não era arte, mas uma violação a vá-rias leis vigentes:
Código Penal: “Art. 208 – Escarnecer de alguém publica-mente, por motivo de crença ou função religiosa; impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso; vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso”.
Código Penal: “Art. 234 – Fazer, importar, exportar, adqui-rir ou ter sob sua guarda, para fim de comércio, de distribuição ou de exposição pública, escrito, desenho, pintura, es-tampa ou qualquer objeto obsceno”: Código Penal: “Art. 286. Incitar, publicamente, a prática de crime”. Também no âmbito do ECA – Estatuto da Criança e Adolescente, há disposições que impedem a inclusão das crianças em atos libidinosos ou sexuais. No mínimo, deveria ter sido classificada por idade.
Além da prática de crimes, os responsáveis pela “exposição”, com certeza não vilipendiariam outras divindades ou ins-piradores máximos de outras religiões. Mas contra Jesus Cristo acham que tudo pode, a exemplo da parada gay da Av. Paulista, de anos passados. Depois de todas essas infrações penais, muitas pessoas estão escrevendo bobagens ideológicas, acusando o povo cristão de “fascista”, (regime que faz prevalecer os concei-tos de nação e raça sobre os valores individuais e que é representado por um governo autocrático, centralizado na figura de um ditador). Como se nos assemelhássemos a Hitler, que matou mais de 6 milhões de pessoas, ou Stalin, que matou muito mais, cerca de 20 milhões de pessoas. É muita bobagem!
Querem nos empurrar goela abaixo suas ideologias??? Somos livres para decidir o que queremos! Há uma visível mudança no cenário social brasileiro, que não querem enxergar. Os cristãos também estão cansados de serem ofendidos e não aceitam mais as ofensas à sua crença e a divindade de Jesus Cristo e não se omitirão mais. A atitude de milhares de cristãos foi simples e coerente com sua fé: se alguma entidade ou empresa apoiar esse tipo de afronta contra a sua crença, basta se afastar dela, com o encerra-mento do relacionamento. Há outras que respeitam seus valores. A Nação está assentada na cláusula pétrea da dignidade da pessoa humana (art.1º, III, CF), que implica no respeito à crença de cada um. A decisão de cada um dos milhares de cristãos que estão encerrando suas contas no banco Santander mostra que seus princípios, sua fé e seu Deus devem ser respeitados por todos. Não há ditadura e ninguém fez censura, porque não foi aplicada nenhuma lei para o encerramento da “mostra cultural” do Santander, feita pelos seus responsáveis, no domingo, 10.09.2017. Esta será uma etapa dolorosa para todos os detratores do Cristianismo e servirá de freio nessa contínua e interminável agressão sofrida pelos cristãos, por quase todas as formas e meios de comunicação brasileiros.

Por João Carlos Biagini, católico, advogado em Guarulhos desde 1984, autor de “Aborto, cristãos e ativismo do STF”. Site: ww.advocaciabiagini.com.br

 

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